Visitantes pelo mundo

Contato/Aulas de Inglês

email: tadeuabranches@hotmail.com

(Aulas individuais ou em grupos)


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Não fala inglês? Seu curriculum não será nem lido...


A gente faz faculdade, perde horas de sono, faz uma especialização aqui, outra ali, faz de tudo pra mostrar um bom trabalho, abre mão de algumas coisas por causa da carreira, às vezes fica até meio workaholic. Daí um dia um consultor de uma agência de recrutamento entra em contato oferecendo a vaga dos seus sonhos, admira seu currículo e… fica decepcionado ao descobrir que você não fala inglês!

E o que talvez alguns não saibam é que algumas empresas brasileiras estão pulando essa fase de admirar o currículo antes de saber se a pessoa fala inglês ou não. Hoje em dia, empresas localizadas no Brasil e que têm matriz estrangeira, ou que exercem algum tipo de atividade internacional, estão contratando consultorias internacionais para fazerem recrutamento de profissionais para conduzirem os processos seletivos das vagas que serão abertas aqui mesmo no país. Ou seja, seu mega-maxi-hiper-super-currículo só vai ser de fato lido em detalhes depois que o headhunter aprovar seu inglês.

Especialistas dizem: 'Está muito difícil encontrar profissionais bilíngües em São Paulo.

Se está difícil encontrar na maior cidade do país, imagine nas outras cidades!
Mas observem que o difícil não está no “encontrar” (isso eles conseguem de forma bem fácil, ainda que sejam currículos em português), o difícil mesmo está no “bilíngüe”. Por isso, pessoal, ninguém tem que se assustar não. O que se tem que fazer é aproveitar a oportunidade que temos para “arregaçar as mangas” e colocar em prática que você planeja a tempos: aprender, compartilhar conhecimento e aperfeiçoar continuamente, para então poder se orgulhar não só das futuras conquistas, mas também de toda a trajetória percorrida até chegar nela.

(Fonte: Internet)

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Segredo para aprender inglês


Não sei o segredo para aprender inglês. Não existe mágica e também não existe um professor que vá resolver o seu problema. O que podemos fazer é dar algumas dicas de coisas que você pode tentar e que podem te ajudar.

Na realidade, cada pessoa tem o seu segredo. E o segredo de cada um é uma combinação de diversos fatores que levaram aquela pessoa a aprender inglês.

Por isso, essa dica é para que você pergunte a outras pessoas. Se você conhece alguém que fala inglês bem, pergunte a ele ou a ela, “Qual foi o seu segredo para aprender inglês?” Ouvindo relatos de várias pessoas, quem sabe você vai descobrir uma maneira nova de aprender?

Pode ser até que você ouça uma ideia totalmente maluca, absurda, ridícula. Mas antes de classificá-la como tal, experimente. Pode ser que essa ideia absurda seja boa para você.

Será que alguém não consegue realmente se sugestionar e ganhar um pouco de confiança antes de começar um curso novo?

Pode ser que você tenha aquele colega que turma que é ótimo, que aprende tudo melhor que os outros. Não custa nada perguntar a ele, “Mas afinal, o que você faz para aprender?” Até o seu professor ou outros professores da escola podem ter um segredinho só deles. Não custa perguntar.

E se você descobrir uma dica nova, passe aos seus amigos. É sempre bom espalhar conhecimento.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Classifique as palavras

Uma ideia interessante para você estudar é classificar as palavras e expressões, dividindo-as em categorias. Dessa maneira, é mais fácil de lembrá-las.

Por exemplo, se você está estudando adjetivos, você pode fazer listas diferentes com os adjetivos que são positivos e os adjetivos que são negativos. Se você está estudando comidas e bebidas, você pode fazer listas de coisas para comer e coisas para beber. Mas você também pode classificar as palavras de acordo com as refeições – coisas que você come no café da manhã, no almoço, ou no jantar. Você ainda pode classificar em coisas doces e coisas salgadas, ou coisas que se comem quentes ou frias. Isso vai depender do que vai ser mais fácil para você lembrar.

Esse tipo de classificação pode ajudar você a se lembrar melhor das palavras. É mais ou menos como você organizar as pastas dentro de um computador. Você coloca os arquivos em pastas que vão ajudar você a encontrá-los mais facilmente. Ou como você guardar as coisas em gavetas – uma gaveta para lápis, canetas, borrachas, uma gaveta para contas a pagar, outra para fotos e assim por diante.

 Outra coisa que você pode tentar é fazer um desenho, ligando as palavras que se relacionam. Por exemplo, você escreve no centro de um círculo “vegetables”. Saindo do círculo, você faz várias linhas e no final de cada uma escreve uma palavra. Vai ficar parecendo uma aranha com muitas pernas.

Você pode fazer isso, por exemplo, colocando uma preposição no centro, e os verbos que usam aquela preposição. Você pode usar isso para treinar pronúncia e colocar uma palavra no centro e palavras que rimem com ela ao redor.

Esse tipo de classificação funciona bem para algumas pessoas. Se você nunca tentou, experimente. Pode ser que você descubra uma maneira nova de aprender que facilite muito a sua vida.

(Fonte: Carlos Gontow)

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Aprenda inglês se você quer entrar para o mercado de trabalho

 Por causa da grande globalização que ocorre mundialmente houve a necessidade de adotar uma linguagem eficiente para a comunicação entre as nações. A linguagem que foi adotada foi o inglês. Já que a mesma é conhecida e falada nos quatro cantos do mundo.

Como o mercado de trabalho vem se tornando cada vez mais competitivo, e as empresas principalmente as de grande e médio porte, possuem filiais e clientes em diversas partes do mundo, os candidatos às vagas dessas empresas precisam ter um conhecimento da língua inglesa, para poderem ter alguma chance de conquistar a vaga.

Temos que saber que dentro de seu país cada pessoa estará falando a sua língua nativa. Porém na sociedade global, que é onde possui a fonte de informação e de conhecimento, exige uma comunicação só. Quem não adotar essa linguagem, estará praticamente excluído da sociedade global e por conseqüência do mercado de trabalho.

Podemos perceber que aprender inglês deixou de ser um diferencial para ser uma necessidade, pois sem ele ficaremos desqualificados na hora de conquistar um emprego.

Pois o domínio da linguagem mundial é uma maneira de termos muitas portas abertas para o nosso crescimento e desenvolvimento profissional atingindo também nossa vida pessoal e cultural.

Mas para aprender o inglês não basta apenas freqüentar um curso, temos que fazer com vontade e empenho, e ter a consciência que para pensar em grande sucesso temos que nos preparar cada vez mais, e o inglês é o começo dessa busca de sucesso no mercado de trabalho.

(Fonte: desconhecida/internet)

sábado, 13 de novembro de 2010

Letra de música: "Love is wicked - Brick & Lace

Nível: Upper Intermediate
(Interessante notar a maneira como os Afro americanos usam o inglês. Por isso é tão difícil entender algumas vezes).

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Crossword puzzle

What is an Adjective? An adjective is a word that tells us more about a noun or a pronoun. An adjective describes or modifies a noun.
Then, let’s resolve the Crossword Puzzles?

Across
6. Characteristic of or befitting a friend.
7. Subject to sharply varying moods.
10. Arousing or holding the attention.

Down
1. Not disposed to cheat or defraud; not deceptive or fraudulent.
2. Feeling and exhibiting concern and empathy for others.
3. Worthy of reliance or trust.
4. So lacking in interest as to cause mental weariness.
5. The capacity for rational thought or inference or discrimination.
8. Willing to give and share unstintingly.
9. Pleasant or pleasing or agreeable in nature or appearance.


(Fonte: esldesk)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Não estude para a prova, estude para você!


Você já percebeu como os alunos ficam agitados nas vésperas de prova? Todo mundo quer estudar um monte para ir bem na prova. Tem gente que passa a noite estudando, e nem dorme direito para estudar para tirar uma nota boa.

O que é isso? Você está estudando para quê?
Você quer saber inglês ou você quer ter uma nota boa?
Se você souber inglês e se tiver aprendido o conteúdo do seu curso, é claro que vai ter uma boa nota. Mas o seu objetivo não é a prova.
Você não se matricula num curso de inglês porque quer ir bem nas provas. Você se matricula no curso de inglês porque quer aprender inglês.

Você estuda para saber ler, falar, entender e escrever em inglês. E isso é uma coisa que você precisa treinar constantemente, não só na véspera da prova. O seu conhecimento e o seu domínio da língua vão crescendo um pouquinho a cada dia, a passos pequenos, que somados vão formar o seu inglês.

É a mesma coisa que um jogador de futebol não treinar o ano inteiro e quando falta uma semana para a Copa do Mundo ele resolve que vai treinar pra valer. Não dá para recuperar o prejuízo. Como diriam,  “Agora já foi…”

Muitas pessoas têm a maneira de pensar que é um vício do colégio. Só pensam na prova, em ir bem na prova e passar de ano.
E o aprendizado, onde fica? Aqueles que estudam muito na véspera da prova, até tiram uma nota boa, mas depois de alguns dias já esqueceram muita coisa. Sabe por que isso acontece?  Porque não há tempo de sedimentar o conhecimento. Não há aquele tempo em que o que você aprendeu fica lá dentro da sua cabeça enquanto a sua mente vai processando aquela informação, até o dia em que “cai a ficha” e você finalmente entende. Esse é um processo que leva um tempo. E é importante você passar por ele.

Há muitos casos de alunos que sabem mais inglês do que outros e tiram uma nota mais baixa nos testes. Isso acontece pois os alunos que sabem mais muitas vezes tentam escrever mais na prova, tentam elaborar mais a resposta e acabam cometendo pequenos erros. Eles se arriscam mais. Os alunos que não sabem tanto inglês muitas vezes tentam dar uma resposta bem simples, apenas para garantir que vai estar certo, para ganhar os pontos necessários.
Ou seja, a prova não prova que você é melhor ou pior!

É claro que você quer passar de ano e ir bem na prova vai te garantir isso. Mas o seu professor conhece você e sabe se você sabe ou não o conteúdo que foi ensinado. Não vai ser só a nota da prova que vai definir se você passa ou não. Vai ser a sua evolução durante o curso.

Em resumo, estude para você, para você saber inglês. Você não precisa provar nada para ninguém, só para você mesmo. Então estude sempre e vai sentir o seu progresso!

domingo, 31 de outubro de 2010

Para ouvir e entender, você precisa estudar gramática e vocabulário

Aumentar o seu vocabulário e melhorar a sua gramática vão fazer você entender muito mais quando ouvir alguém falar.

É comum acontecer uma coisa muito interessante.
Você aprende uma palavra nova e logo depois escuta aquela palavra muitas vezes seguidas. Ouve em filmes, em músicas, até vê a palavra escrita por aí.
Aí você fala, “Nossa, que coincidência! Eu acabei de aprender essa palavra e agora a ouvi 3 vezes na mesma semana!”
Não é coincidência. Você já devia ter ouvido aquela palavra muitas vezes antes, mas como não a conhecia, nem a percebeu. Agora que o seu vocabulário já aumentou, você consegue distinguir aquela palavra num contexto. E entende o que quer dizer. Antes, passava batido.

Não adianta você ficar só treinando suas técnicas de como escutar melhor ou de ficar só tentando adivinhar o sentido da frase.

Precisa estudar estrutura e vocabulário.

Quanto mais você ouvir, melhor irá entender. E é verdade. Mas também não é só isso.
Se fosse, você colocaria qualquer pessoa na frente da TV o dia inteiro vendo programas em inglês e ela sairia falando. Paralelamente você precisa continuar sempre ampliando o seu vocabulário e tendo um domínio maior das estruturas.
E isso se consegue com o estudo.

O aprendizado vem com tudo junto e é a somatória de tudo o que você aprendeu e de todas as experiências pelas quais você passou.
É por isso que você não pode parar.
É por isso que eu não acredito naquelas aulas só de conversação, sem nada de gramática e vocabulário.
Se você não estuda e não tenta melhorar, vai continuar falando do mesmo jeito. Talvez até fique mais fluente, mas você vai falar cometendo os mesmos erros de sempre.

Em resumo, treine a sua compreensão auditiva, ouça muita coisa em inglês, mas continue estudando gramática e vocabulário. Quanto mais você conhecer da língua, melhor será a sua compreensão.

(Fonte: dicasingles)

Deixe a preguiça de lado!!!


Você falou para você mesmo: “Vou voltar a estudar inglês”.
Fez um monte de planos, pensou que sabendo inglês muita coisa ia melhorar na sua vida, que ia conseguir um emprego melhor e tudo o mais. E aí você precisava procurar uma escola boa, mas deixou para a próxima semana e a próxima… e a próxima… e aí o tempo passou e você não voltou a estudar inglês.

Ou então você resolveu, “Vou começar a ver filmes em inglês sem legenda”. Você disse para você mesmo que isso ia melhorar o seu inglês, que você ia entender mais, que isso ia ajudar você a falar melhor. E depois na hora de ver um filme, ligou a legenda e disse que na próxima vez ia ver sem legenda, depois deixou para a próxima e acabou não fazendo.

Você ia comprar um livro de gramática e estudar sozinho… Você ia ler livros em inglês… Você ia baixar letras de música da Internet…

E a história se repete com tudo. Vou começar na segunda-feira… Vou começar no ano que vem…

Por que temos tanta dificuldade em começar alguma coisa? Por que vamos sempre deixando para amanhã e para depois? O que precisamos  é deixar de lado a preguiça e começar já. E tentar vencer a preguiça e seguir em frente. Em vez de começar na segunda-feira, comece já. Essa coisa de ficar adiando e adiando só leva a mais preguiça. Depois de você começar, você vai ver que não era tão difícil assim. E mesmo que dê aquela preguiça e a vontade de deixar para depois, se force a continuar. Depois de algum tempo, aquilo vai fazer parte da sua rotina e vai ficar cada vez mais fácil.

É difícil mudarmos a nossa rotina. É difícil incluirmos uma coisa nova. Lembra das aulas de física quando você aprendeu sobre inércia? O nosso corpo tem a vontade de continuar fazendo aquilo que ele já estava fazendo. É difícil colocá-lo em movimento. Mas depois que ele já estiver em movimento, ele entra num estado novo e aí é mais difícil de parar. Você só precisa criar esse estado novo.

Por isso, da próxima vez que você tiver um plano novo para o seu estudo de inglês comece na mesma hora. Não espere! Deixe a preguiça de lado e ponha-se em movimento. Eu li uma vez que toda grande jornada começa com um primeiro passo. Sem esse primeiro passo você não chega a lugar nenhum.

(Fonte: dicasingles)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

É preciso falhar para conseguir sucesso!!!

Tudo se baseia no princípio de que para se ter sucesso, é necessário falhar. O sucesso é diretamente proporcional a quantidade de falhas. As pessoas que conseguiram as coisas, na verdade são as que mais falharam.

Isto vem desde os primórdios. Podemos dizer que a humanidade chegou até o estado que se encontra atualmente graças a este princípio. Tudo foi desenvolvido em cima da tentativa e erro. Pense, para um índio descobrir que determinada planta tem efeitos medicinais, quantas plantas sem efeito algum ou até mesmo venenosas foram experimentadas? Para descobrir como fazer fogo, quantas tentativas que não deram certo houveram? Quantas vezes os irmãos Wright falharam tentando criar uma máquina capaz de voar?

Pelé marcou 1284 gols, mas quantos ele errou? Ele jogou 1375 partidas, sua média de sucesso é inferior a 1 gol por jogo. E mesmo assim ele é considerado o maior jogador de futebol de todos os tempos.

Ayrton Senna venceu 3 campeonatos de Fórmula 1, mas perdeu outros 7. Venceu 41 corridas, mas perdeu 121.

Michael Jordan errou mais de 9000 arremessos e perdeu mais de 300 jogos em sua carreira. Mas no fim é considerado um dos maiores jogadores de basquete da história.

Apesar da idéia parecer tão óbvia, a sociedade chegou em um ponto onde as falhas são condenadas e ridicularizadas, desenvolvendo nas pessoas um medo muito grande por elas, deixando-as sempre na zona de conforto.

Ao ver uma pessoa que sabe cantar, é muito comum o comentário:
“Nossa, que talento natural para canto essa pessoa tem!”.
Isso acontece também no aprendizado de línguas estrangeiras, é dito que certas pessoas tem facilidade para aprender idiomas, sendo que na verdade qualquer um pode fazê-lo.

A fobia pelas falhas também tem relação com a crença de que as crianças aprendem mais rápido. O fato é a que criança ainda não foi completamente influenciada por esse medo. Tentativa e erro é uma característica natural do ser humano, foi essa característica que nos trouxe até aqui, logo, todas as crianças possuem.

Quando alguém é bom em determinada área, as pessoas costumam olhar apenas para o resultado final ao invés de analizar todo o processo que levou esse alguém ao sucesso. Esse processo quase sempre está ligado ao número de falhas. A quantidade de falhas é diretamente proporcional ao sucesso.

Mas o que é falhar?
Falhar significa tentar fazer aquilo que está além da sua capacidade atual. Permanecer na zona de pânico, rodeado pelo desconhecido. As pessoas costumam ter medo disso, enxergam esse tipo de falha como algo pior do que ela realmente é. A boa notícia é que a grande maioria das falhas são na verdade inofensivas. Poucos são os casos onde falhar pode colocar dinheiro ou vidas em risco.

Com isso, vamos às conclusões:

    * Falhar é bom.
    * Você deve falhar.
    * Você deve buscar situações onde possa falhar.
    * Quem não falha não desenvolve habilidades de alto nível.
    * Se alguém é bom em algo, essa pessoa falhou muito.
    * Divirta-se com a zona de pânico.

APRENDER UM IDIOMA É PASSAR HORAS E MAIS HORAS FALHANDO.

(Fonte: adaptado de um texto de Language freaks)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Qualquer um pode aprender um idioma!

Aprender idiomas não é uma habilidade especial! É uma capacidade natural dos seres humanos e qualquer um pode fazê-lo!

Várias pessoas acabam tendo sua inteligência superestimada pelo fato de dominarem uma ou várias línguas estrangeiras. Mas o problema é quando alguém se auto-denomina incapaz ou com dificuldades para tal, na maioria das vezes devido a uma má adaptação ao sistema formal de ensino.

Muitos gênios da história não falavam mais do que a própria língua, assim como são infinitos os casos de pessoas que tiveram oportunidade de crescer em ambiente bilíngue mas não possuem um intelecto acima do comum.

Não existem pessoas com talento ou com uma facilidade especial para aprender línguas.

O único pré-requisito para começar a aprender um idioma é querer. A partir do momento que a pessoa realmente quer, não existem mais barreiras. Tudo é uma questão de motivação e iniciativa.

Quer aprender uma língua?
Comece agora! Comece com aquilo que você se sente confortável. Encare o idioma sem medo, busque conteúdos de seu interesse e comece a se aventurar neste mundo desconhecido. Imagine-se uma criança redescobrindo o mundo. Uma criança ouve os adultos conversarem sem se preocupar se está entendendo o conteúdo da conversa. Uma criança assiste TV com os adultos sem se preocupar se está entendendo. Então por que nós adultos acabamos tendo tanto medo de simplesmente ouvir?

É assim que começa...
No começo sem entender nada, depois entendendo um pouco até que em seu devido momento estará compreendendo praticamente tudo, durante esse processo a capacidade de falar vem se desenvolvendo naturalmente.

Está na hora das pessoas pararem com este processo de auto-destruição que ocorre quando assumimos que não somos capazes, que não temos intelecto suficiente ou que não temos facilidade. Todos nós podemos aprender muito bem um idioma!

(Fonte: Language freaks)

domingo, 24 de outubro de 2010

Um idioma não se aprende, se adquire!


É importante frizar que você nunca, mas nunca acordará em um belo domingo ensolarado, após alguns anos estudando apostilas feitas para estrangeiros, memorizando listas de vocabulários ou frequentando um curso, ligará um filme no idioma estudado e entenderá tudo. Eu lhe garanto que isto nunca irá acontecer.

Para entender é preciso não entender. Você só se tornará capaz de entender tudo em determinado idioma depois de passar muito tempo sem entendê-lo. Isso parece óbvio, mas as pessoas simplesmente ignoram os conteúdos nativos alegando não compreendê-los, que ainda são iniciantes e estão estudando o básico. Isto está errado, exatamente por ainda não entender e ser iniciante é que você deve cair de cara nos conteúdos nativos e insistir.

Se hoje você entende 0.5% do que é falado, semana que vem entenderá 2%. Mês que vem entenderá 3%. Ano que vem entenderá 20% e por aí vai.
Não adianta sentar e ficar esperando, nenhum livro didático e nenhum professor o levará até o topo da montanha para que depois você simplesmente desça esquiando.

“Se você quiser esquiar, terá que escalar a montanha”.

A sua capacidade em um idioma depende unicamente da quantidade de exposição que você se submete a ele!
Não fique esperando o dia que nunca chegará!
Mexa-se, vá em frente, encare o desafio bravamente!

(Fonte: Language freaks)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Adultos têm mais dificuldades para aprender 2ª língua?


Você acha que nunca vai conseguir aprender inglês?
Estudou anos e anos, mas ainda continua no básico? A língua trava na hora de pronunciar o bendito “th”? Trocou de escola incontáveis vezes?

Você não está só. O que os professores vêem há tempos em sala agora é comprovado por estudos acadêmicos: adultos têm mais dificuldade para aprender uma segunda língua que crianças e adolescentes.

Essa particular dificuldade com os idiomas não tem nada a ver com o QI dos adultos. O problema é por vezes psicológico. E, como tal, pode ser trabalhado. A professora Myriam Lacerda de Castro e Silva, em seu trabalho de mestrado na UnB (Universidade de Brasília), entrevistou adultos que haviam feito várias tentativas frustradas de aprender inglês. A inibição é um dos pontos que eles têm em comum.

“Os adultos criam um filtro, um bloqueio que os impede de participar da aula. Têm vergonha de errar e os outros rirem. Fora da escola, são médicos, advogados e empresários bem-sucedidos. Eles se sentem ridicularizados quando erram. Preferem ficar quietos. O problema é que ninguém aprende só ouvindo”, afirma.

Patrícia Pallu, professora da Universidade Positivo e autora do livro recém-lançado “Língua Inglesa e a Dificuldade de Aprendizagem da Pessoa Adulta” (ed. Pós-Escrito), diz que as crianças levam vantagem por assimilar novidades sem muito questionamento.

Os adultos, ela exemplifica, preocupam-se demais em buscar um sentido lógico no idioma e comparar a nova língua com o português. “Isso nem sempre dá certo. Imagine um estrangeiro querendo saber por que usamos “falecer” para uma pessoa, mas não para uma samambaia… Ele precisa simplesmente aceitar que é assim.”

Os questionamentos chegam até mesmo à didática dos cursos. Quando é avisada de que há um aluno descontente querendo conversar com ela, a gerente acadêmica da Cultura Inglesa de São Paulo, Lizika Goldcheleger, tem certeza de que se trata de um adulto.

“O adulto compara as aulas com o que ele acredita ser o correto. Quando não se encaixam nesse modelo, parece que tudo acaba ficando ruim e ele simplesmente bloqueia”, explica. “A criança ainda não tem vivência, não tem parâmetro de comparação. Está mais aberta, mais receptiva. Aproveita e aprende muito mais.”

As crianças ainda têm outro ponto a seu favor. Como o cérebro ainda está em formação, para elas é mais fácil assimilar novos conhecimentos. O que não quer dizer que os adultos não têm capacidade para aprender outra língua. Eles têm, mas só precisam de um pouco mais de tempo.

A maturidade, obviamente, têm suas vantagens. Os adultos, por exemplo, conseguem identificar com facilidade onde enfrentam mais dificuldade -se na escrita, na audição ou na fala, por exemplo. E, assim, sabem onde precisam se concentrar. Quando vão mal, as crianças dificilmente têm condições de fazer isso sozinhas.

Aos estudantes que, após anos de estudo, ainda acham que não aprenderam nada, o professor Ubiratã Alves, da Universidade Católica de Pelotas, dá um incentivo: “O melhor a fazer é olhar para trás e ver no livro tudo que ele estudou, comparar o antes e o agora. Assim é possível perceber que houve, sim, uma evolução.”

(Fonte: Folha de S. Paulo)

sábado, 9 de outubro de 2010

Pronomes

Subject pronouns têm a função de sujeito na oração:
I – eu
You – tu, você
He – ele
She – ela
It – ele, ela (usado para coisas e animais)
We – nós
You – vós, vocês
They – eles, elas

Ex.: You and I will finish the lesson together. (Eu e você terminaremos a lição juntos.)
Ex.: He is very small. (Ele é muito pequeno.)
Ex.: It was cold. (Estava frio.)

Object pronouns na oração tem como função de objeto direto ou indireto:
me – me, mim
you – te, ti, o, a, lhe
him – o, lhe
her – a, lhe
it – o, a
us – nos
you, vos, os, as, lhes
them – os, as, lhes

Ex.: I Love him very much. (Eu o amo muito.)
Ex.: Tell her the news. (Conte-lhe a novidade.)
Ex.: They never talk to us. (Eles nunca conversam conosco.)

Possessive adjectives vão concordar com o possuidor, sendo ele sujeito ou não:
my – meu, minha, meus, minhas
your – teu, tua, teus, tuas, seu, sua, seus, suas
his – dele, seu, sua, seus, suas
her – dela, seu, sua, seus, suas
its – dele, dela, seu, sua, seus, suas (coisas ou animais)
our – nosso, nossa, nossos, nossas
their – deles, delas, seu, sua, seus, suas (pessoas, animais, coisas)

Ex.: Where are your parents? (Onde estão seus pais?)
Ex.: He always drives her cars. (Ele sempre dirige os carros dela.)
Ex.: She was in my car. (Ela estava em meu carro.)

Possessive pronouns é usado para substituir a construção possessive adjective + substantivo:
mine – meu, minha, meus, minhas
yours – teu, tua, teus, tuas, seu, sua , seus, suas
his – seu, sua, seus, suas, dele
hers – seu, sua, seus, suas, dela
ours – nosso, nossa, nossos, nossas
theirs – seu, sua, seus, suas deles, delas

Ex.: They aren’t her books. They are mine. (Eles não são os livros dela. Eles são meus.)
Ex.: A teacher of mine is Italian. (Um de meus professores é italiano.)

(Fonte: English Experts)

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Qual a diferença entre Grã-Bretanha, Reino Unido e Inglaterra?

Essa confusão é muito comum. Os três nomes se referem mais ou menos à mesma região do globo.

A Grã-Bretanha é uma divisão geográfica, o nome da ilha onde fica a Inglaterra, a Escócia e o País de Gales, a maior ilha do arquipélago britânico.

Já Reino Unido é uma divisão política. O nome oficial é Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte. Ele engloba todos os países da nevoenta Ilha da Grã-Bretanha e mais a Irlanda do Norte. O restante da Irlanda constitui um país independente.

A Inglaterra é só parte do Reino Unido.

O governo que rege a Inglaterra, a Escócia, o País de Gales e a Irlanda do Norte é uma democracia parlamentar monárquica.
A Inglaterra, o mais conhecido de todos, é o maior país do Reino Unido.
Mas tome cuidado para não ferir susceptibilidades. Nada irrita mais um escocês do que ser chamado de "inglês". Eles fazem questão absoluta de manter as diferenças.

Diferença entre os termos usados para definir regiões próximas:

Grã-Bretanha é o nome da maior das ilhas do arquipélago britânico, formada por três países.
O Reino Unido é a soma dos países da Grã-Bretanha com a Irlanda do Norte.
A Inglaterra é o maior país do Reino Unido e ocupa mais da metade da ilha.

(Fonte: Supermundo)

O Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte (em inglês: United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland), mais conhecido como Reino Unido, ou pela sigla em inglês UK, é um país insular soberano localizado na costa noroeste da Europa continental.
O Reino Unido inclui a ilha da Grã-Bretanha, a parte nordeste da ilha da Irlanda e muitas ilhas pequenas.
A Irlanda do Norte é a única parte do Reino Unido com uma fronteira terrestre, sendo a mesma com a República da Irlanda. Fora essa fronteira terrestre, o Reino Unido é cercado pelo Oceano Atlântico, o Mar do Norte, o Canal da Mancha e o Mar da Irlanda. A maior ilha, a Grã-Bretanha, é conectada com a França pelo Eurotúnel.

O Reino Unido é uma união de quatro nações constituintes: Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales.
O Reino Unido é governado por um sistema parlamentar com a sede do governo em Londres, a capital, e é uma monarquia constitucional com a rainha Elisabeth II sendo a chefe de Estado.
As dependências da Coroa das Ilhas do Canal (ou Ilhas Anglo-Normandas) e a Ilha de Man, formalmente possessões da Coroa, não fazem parte do Reino Unido, mas formam uma confederação com ele.
O Reino Unido tem quatorze territórios ultramarinos, todos remanescentes do Império Britânico, que no seu ápice, possuía quase um quarto da superfície terrestre mundial, fazendo desse o maior império da história. Como resultado do império, a influência britânica pode ser vista na língua, cultura e sistemas judiciários de muitas de suas ex-colônias como o Canadá, Austrália, Índia e os Estados Unidos. A rainha Elizabeth II permanece como a chefe da Comunidade das Nações (Commonwealth) e chefe de Estado de cada uma das monarquias na Commonwealth.

O Reino Unido é um país desenvolvido, com a sexta (PIB nominal) ou sétima (PPP) maior economia do mundo. Ele foi o primeiro país industrializado do mundo e a principal potência mundial durante o século XIX e o começo do século XX, mas o custo econômico de duas guerras mundiais e o declínio de seu império na segunda metade do século XX reduziu o seu papel de líder nos assuntos globais.
O Reino Unido, no entanto, permaneceu sendo uma potência importante com forte influência económica, cultural, militar e política e é uma potência nuclear, com o segundo ou terceiro (dependendo do método de cálculo) maior gasto em defesa do mundo.
É um Estado membro da União Europeia, tem um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, e é membro do G8, OTAN, OMC e da Comunidade das Nações.

(Fonte: Wikipedia)